sábado, 6 de junho de 2015

Eu sou a esperança.


  Considerando as montanhas de exemplos que aparecem todos os meses e anos, como o Mensalão, o Petrolão, a FIFA e tantos outros que não aparecem, concluo que ser ou ficar muito rico no Brasil em regra é um demérito, ou mesmo uma confissão de culpa. Enriquecer como única meta ou como meta final não é um bom negócio: vivemos num mundo do "Know How" e do "Know Who". Num mundo assim, necessariamente as idéias, coisas, lugares e pessoas mais especiais e extraordinárias estão fora da TV, da Internet e do mundo "civilizado". Não há esperança na Política, no Futebol, na Religião ou no Estado: os bandidos roubam do Estado e o Estado rouba dos bandidos e de todo o resto. A esperança ainda está nas mentes e corações de alguns seres humanos "fora da curva": só atitudes individuais podem humanizar o mundo. As instituições definitivamente são apenas nomes, siglas e brinquedos de diversão dos corruptos.
A esperança de como eu vejo o mundo, está exclusivamente nas minhas mãos.

O Sábio.



O sábio está sempre querendo aprender. O medíocre está sempre achando que o que ele(ela) sabe é totalmente suficiente.

A ideologia.



A ideologia é nada mais que uma forma de moldar as pessoas e o mundo de acordo com os interesses particulares de alguns poucos. Por isso, nada é mais elitista que o comunismo ou o populismo. O liberalismo, por outro lado, retira do indivíduo o direito de culpar os governantes corruptos ou o Estado ou as outras pessoas em geral pelas suas escolhas pessoais equivocadas e mal calculadas. Logo, a ideologia é a mãe de todas as covardias.

O Antissocial.

Empiricamente, o antissocial tem duas características muito claras: 
I) atitude reiterada de culpar os outros pelas suas tragédias e péssimas escolhas pessoais, 
E
II) idolatria dos pais (pai e mãe) como santos celestiais perfeitos infalíveis.

Pessoas Espetaculares.



99% das pessoas mais espetaculares e especiais que conheci foi em ambiente ou contexto escolar.